Parabéns à Blitz. Não só pelo 1º aniversário (como revista), mas também pela belíssima festa que organizaram na sexta-feira.
Tudo se passou no enorme lobby do edifício S. Francisco de Sales, sede da Edimpresa e da Sojornal. Tudo muito bem decorado, com 5 bares, Playstations para relaxar, gomas à descrição (é verdade, gomas e chupa-chupas e Smints e mais sei lá o quê). Nota positiva para os bar-tendeders cuja simpatia foi impecável. E ainda por cima era bar aberto.
Quem abriu a festa foi nada mais nada menos do que o lendário Júlio Izidro, fazendo de DJ e passando músicas portuguesas dos anos 80... Heróis do Mar, Jafuméga, Delfins, Banda de Baile, Taxi entre outros. Foi o delírio total com a malta toda a dançar (revivalismo mais uma vez).
Contou com a presença de muitas caras bonitas e de vários intérpetres da música nacional que trouxeram um bocadinho mais de brilho ao evento.
Caramba... até havia gente pendurada no tecto a dançar! (Foi isso que eu tentei representar no borrão que podem ver acima)
Mais para a frente a música mudou para um techno mais modernaço e a festa começou a esvaziar. Como ponto negativo, fica o facto de haver menos gente do que se esperava para uma festa deste calibre, o que pode ter trazido a vantagem de haver mais espaço para relaxar ou dançar... conforme a vontade.
Quanto a mim a noite acabou no Plateau. :P
Quero dar os parabéns a toda a equipa da Blitz que além de uma fantástica revista de música, organizaram uma festa como eu já não via há algum tempo. Um grande abraço para todos vocês.

Onde estavam na noite de Sábado para Domingo? Não estiveram no Bar do Guincho? Nem sequer passaram por lá? Então olha, perderam uma bela festa!
No último feriado, apeteceu-me e vesti uma gravata. Não no sentido formal do nó apertado mas mais no estilo descontraído, até porque a própria gravata não era das mais sérias.
Depois de muito tempo sem dar notícias cá estou de novo. Já estava com saudades de desenhar. Como devem ter concluído no último post, houve uma reviravolta. Podemos considerar que foi como uma descida na montanha russa que é a nossa vida. Não no sentido negativo de "descer" mas pelas emoções que se vivem.
