XONOX
Rui Oliveira
Lisboa, Portugal

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Festa da Blitz

Sábado, Junho 30, 2007

Parabéns à Blitz. Não só pelo 1º aniversário (como revista), mas também pela belíssima festa que organizaram na sexta-feira.

Tudo se passou no enorme lobby do edifício S. Francisco de Sales, sede da Edimpresa e da Sojornal. Tudo muito bem decorado, com 5 bares, Playstations para relaxar, gomas à descrição (é verdade, gomas e chupa-chupas e Smints e mais sei lá o quê). Nota positiva para os bar-tendeders cuja simpatia foi impecável. E ainda por cima era bar aberto.

Quem abriu a festa foi nada mais nada menos do que o lendário Júlio Izidro, fazendo de DJ e passando músicas portuguesas dos anos 80... Heróis do Mar, Jafuméga, Delfins, Banda de Baile, Taxi entre outros. Foi o delírio total com a malta toda a dançar (revivalismo mais uma vez).
Contou com a presença de muitas caras bonitas e de vários intérpetres da música nacional que trouxeram um bocadinho mais de brilho ao evento.

Caramba... até havia gente pendurada no tecto a dançar! (Foi isso que eu tentei representar no borrão que podem ver acima)

Mais para a frente a música mudou para um techno mais modernaço e a festa começou a esvaziar. Como ponto negativo, fica o facto de haver menos gente do que se esperava para uma festa deste calibre, o que pode ter trazido a vantagem de haver mais espaço para relaxar ou dançar... conforme a vontade.

Quanto a mim a noite acabou no Plateau. :P

Quero dar os parabéns a toda a equipa da Blitz que além de uma fantástica revista de música, organizaram uma festa como eu já não via há algum tempo. Um grande abraço para todos vocês.

Festa M80

Domingo, Junho 24, 2007

Onde estavam na noite de Sábado para Domingo? Não estiveram no Bar do Guincho? Nem sequer passaram por lá? Então olha, perderam uma bela festa!

Pois é este fim de semana estive na festa da M80. Para quem não sabe, a M80 é uma rádio recente que só passa música dos anos 70, 80 e 90 (FM 96.6). Com esta temática, a emissora organizou uma "beach party". Tenho a dizer que foi engraçada.

Quando lá cheguei, estava tudo muito morno, para não dizer frio. Este tempo ainda não é o ideal para uma festa ao ar livre e a malta estava toda muito agarrada aos casaquinhos. Depois melhorou. A festa começou oficialmente com a música que a MTV também utilizou para se estrear, há muitos anos atrás. Alguém sabe qual é? Depois fez-se história. O bar encheu, o ambiente ficou mais quente e era ver toda a gente a dançar e a cantarolar. Disse-me quem sabe que nunca tinha visto o Bar do Guincho tão cheio. Todos os presentes estavam animados, até porque toda gente sabia perfeitamente ao que ía.

Só alguns apontamentos menos positivos: Tirando a música não houve nenhum tipo de animação extra que uma festa com temática tão marcada pede. Por outro lado, não consegui ir ao bar. Com uma multidão tão grande, um único bar era pouco. Esta situação trouxe-me memórias dos meus anos de liceu em que toda gente se acotovelava no bar do polivalente para comer um "curassã" e um Caprisone. De modo que saí de lá com sede! :(

Em conclusão, o revivalismo está em grande. Se alguém quiser abrir um bar temático de música mais antiga fale comigo, eu entro nessa! Tem várias vantagens... toda a gente conhece as músicas, atrai malta mais velha, que tem dinheiro e podem-se fazer festas com temáticas diferentes (anos 70, anos 80, rock, pop, disco). Acreditem, é uma mina!

Quanto à M80, com a quantidade de ouvintes que tem vindo a ganhar, acredito que para o ano ainda vai fazer uma festa mais fantástica. Vai daqui um abraço à equipa desta rádio, que veio preencher uma lacuna e que todos os dias nos delicia os ouvidos com música "muita gira"!

Eu cá gosto de gravatas.

Sexta-feira, Junho 22, 2007

No último feriado, apeteceu-me e vesti uma gravata. Não no sentido formal do nó apertado mas mais no estilo descontraído, até porque a própria gravata não era das mais sérias.

Os comentários de quem me viu eram os mais diversos, desde o "estás muito giro" até ao "era o que faltava, agora este gajo de gravata". O que me interessa para este post não é tanto os comentários feitos à minha indumentária mas sim as conversas que se geram à minha volta quando estou de gravata e que passo a referir.

O comentário de TODOS os homens (acho que não me estou a enganar) tem sido: "Detesto andar de gravata." - seguido por vezes de um infeliz - "mas às vezes tem de ser!". Quantas vezes já ouvimos este lamento nos casamentos em que estamos presentes? Bastantes, devo dizer. Isto levanta duas hipóteses:

Hipótese 1 - Os homens, secretamente, gostam de usar gravatas. Mas é politicamente correcto dizer-se que não se gosta. Devem estar aí a pensar "Não, nada disso!", "Este gajo deve ser maluco, onde já se viu gostar de uma coisa que nos aperta o pescoço". Então pronto, vamos colocar esta hipótese de lado, é fantasiosa demais. :P

Hipótese 2 - Ninguém gosta de gravatas, de facto. Ora se assim é, este acessório (cuja utilidade é simplesmente nenhuma a não ser decorar, como um colar ou uma pulseira), deveria ter desaparecido. Se ninguém gosta ninguém usa, não será assim? "Ah e tal, mas há pessoas conservadoras que insistem em manter a gravata." Então, se ainda não desapareceu deve estar em vias de extinção. Isto porque cada geração que passa é mais inconformada, por isso em breve vamos ter directores de bancos suficientemente corajosos para abolir a gravata. Depois disso sabe-se lá onde iremos parar.

Em todo o caso acho imensa piada quando entro numa loja e, apesar de ser um pindérico com 7 euros e 23 cêntimos no bolso, os empregados me tratam como se fosse um cliente VIP. Eu digo isto com uma boa dose de ironia, mas esta, talvez seja a razão real pela qual as gravatas (e os fatos completos) nunca deixarão de existir. Afinal de contas temos de arranjar uma maneira de os ricos se distinguirem dos pobres quando estão no centro comercial. ;)

Eu cá gosto de gravatas, pura e simplesmente, porque sim.

Reanimação!

Quinta-feira, Junho 21, 2007

Depois de muito tempo sem dar notícias cá estou de novo. Já estava com saudades de desenhar. Como devem ter concluído no último post, houve uma reviravolta. Podemos considerar que foi como uma descida na montanha russa que é a nossa vida. Não no sentido negativo de "descer" mas pelas emoções que se vivem.

Durante a descida estamos tão concentrados na excitação que esta nos provoca, que parece que não vemos mais nada. Talvez tenha sido por isso que o Xonox ficou um bocado ao abandono. Não por falta de inspiração ou de tema, mas talvez porque ainda não estivesse preparado. Em todo o caso cá estou cheio de novidades.

Só para terem uma ideia, vou-me casar e agora pertenço a uma banda. Mais à frente desenvolverei um pouco sobre as peripécias destes dois projectos, que vos garanto, têm sido bastante emocionantes.

Um beijo e um abraço para todos aqueles que de vez em quando têm aparecido por aqui para ver se há rabiscos novos e que me vão dando umas palavras de encorajamento para fazer uns gatafunhos. Para todos um grande OBRIGADO!